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1ª Leitura:
Jos 5, 9a.10-12
«Chegados à terra prometida, Deus
deixou de beneficiar os israelitas
com o maná, porque podiam colher dos
frutos da terra. E celebraram a
Páscoa na data própria de 14 de
Nisan (1ª Lua cheia da primavera.» |
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Salmo:
Sl 33, 2-7
«Com
a alegria de Israel regressado aos
antigos hábitos, cantemos também
como Deus e bom.» |
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2ª Leitura:
2 Cor5, 17-21
«A Cristo, que não conhecera o
pecado, foi com ele que Deus O
idenfificou, e assim veio a
tratar-nos como novas criaturas, que
é o que somos, se nos idenfificarmos
com Cristo. Somos, portanto, em
Cristo, pessoas totalmente
renovadas.»
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Evangelho: Lc
2, 41-51a
«Para ilustrar a Sua afirmação de
que Deus é um poço sem fundo de
perdão e misericórdia, Jesus contou
uma parábola segundo a qual um jovem
estroina pede ao pai partilhas
antecipadas, que acabou por
esbanjar, vindo a passar
necessidades. Apesar disso, vem ter
com o pai, que tudo lhe perdoa e lhe
festeja o regresso.»
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Reflexão:
Dos três
personagens desta estória o mais
coerente é o filho mis velho, que é
o que mais se aparenta ao nosso
ideal: cumpridor, mas a pensar na
herança, e incapaz de se sentar com
o irmão e com ele definir uma
estratégia para dar um gosto ao pai
e uma redenção para o irmão.
Faltou-lhe, como a nós, o amor
fraternal.
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VEJA AQUI A LITURGIA COMPLETA |
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Comentário:
Idealmente, todos nós louvamos o amor do pai
e a sua capacidade de perdão. Mas nenhum de
nós procederia como ele. Este é mais um
aspecto em que o amor de Deus excede o amor
humano, porque não se limita a perdoar. Nós,
os homens, é que não colaboramos na alegria
do pai e nos acantonamos na “justiça” do
irmão mais velho. E se Deus assim procedesse
conosco também?
Alberto
Antunes Abreu
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